O Panteão Nacional, em Lisboa, fechou esta segunda-feira, dia 15, para a realização de “trabalhos de requalificação”, que deverão prolongar-se durante cerca de 10 dias. A reabertura está prevista para quinta-feira, dia 25, anunciou a Museus e Monumentos de Portugal (MMP).
Em comunicado, a entidade responsável indicou que a intervenção tem como objetivo a "melhoria das condições de acolhimento e visita", no âmbito de um conjunto de ações de conservação do espaço.
"Esta intervenção integra o esforço contínuo de valorização e preservação deste monumento nacional, contribuindo para uma experiência mais qualificada para todos os visitantes", refere a MMP.
Classificado como Monumento Nacional em 1910, o edifício da Igreja de Santa Engrácia, onde está instalado o Panteão Nacional, foi destinado a esta função em 1916. No entanto, as obras só ficaram concluídas cerca de meio século depois, num processo iniciado por volta de 1570.
O espaço acolhe os restos mortais de várias figuras marcantes da história portuguesa, entre as quais o Teófilo Braga (1843-1924), Humberto Delgado (1906-1965), Amália Rodrigues (1920-1999), Eça de Queirós (1845-1900), Eusébio da Silva Ferreira (1942-2014), entre outros nomes de relevo nacional.

















